⬢ MANIFESTO · DESDE 2025
Um portal de notícias que usa inteligência artificial como ferramenta, nunca como atalho para a verdade.
O Eu Googlando nasceu de uma pergunta simples: e se a inteligência artificial pudesse fazer o jornalismo mais rápido e mais honesto? Não para substituir repórteres, mas para ampliar o que eles podem fazer — apurar mais fontes, cobrir mais cidades, publicar com mais contexto.
Vivemos num momento em que a velocidade da informação nunca foi maior e a confiança no jornalismo nunca foi menor. Esse paradoxo não é acidente: é consequência de décadas de desinvestimento em apuração e superinvestimento em clique. Nós escolhemos o caminho inverso.
Nossa redação é pequena, deliberadamente. Cada matéria passa por um auditor humano antes de ir ao ar. Cada uso de IA é declarado. Cada erro cometido é corrigido publicamente, sem nota de rodapé escondida. Acreditamos que transparência radical é o único antídoto para a crise de credibilidade que assola o setor.
Cobrimos o Brasil de verdade — não o Brasil do Morumbi ou da Barra da Tijuca, mas o Brasil de Juazeiro, de Belém, de Dourados. A notícia que importa para quem mora a 500 km de uma capital estadual é tão legítima quanto qualquer furo em Brasília.
“Jornalismo não é o que você publica. É o que você decide não publicar por falta de verificação suficiente.”
⬢ NOSSOS PRINCÍPIOS
Publicamos quando a informação está verificada, não quando o concorrente publica. Velocidade não vale uma correção.
Todo conteúdo gerado com auxílio de inteligência artificial é identificado. O leitor tem direito de saber.
Erramos. Quando erramos, corrigimos com a mesma visibilidade do erro. Sem notas de rodapé escondidas.
Anunciantes não pautam nossa cobertura. Nenhum tema é interdito por causa de quem anuncia.
A notícia do bairro importa tanto quanto a do Planalto. Cobrimos o Brasil inteiro — não só o eixo Rio-SP.
Métricas de engajamento não ditam o que cobrimos. A relevância para o leitor vem antes do tráfego.
⬢ COMO USAMOS IA
Nosso pipeline editorial usa inteligência artificial em três momentos distintos: na descoberta de pautas relevantes, na redação de um primeiro rascunho factual e na auditoria de consistência lógica.
Nenhum desses momentos é o momento final. Um editor humano revisa, contextualiza e assina toda matéria. A IA acelera; o jornalista decide.
Identificamos cada peça de conteúdo com o nível de participação da IA — de “assistido por IA” a “totalmente auditado por humano”. O leitor sempre sabe o que está lendo.
⬢ EQUIPE
Carolina Aguiar
Diretora-Executiva
Marcos Andrade
Editor-Chefe Política
Beatriz Nunes
Editora Economia
Renata Vilela
Repórter Brasília
João Pacheco
Repórter Senado
Patrícia Lopes
Editora Estados
Thiago Rocha
Editor Tech & IA
Laura Freitas
Ombudsman
2,1M
leitores/mês
38k
assinantes newsletter
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